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 A vingança dos castigados

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DrakeTemple

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Ter Dez 28, 2010 2:03 pm

Drake estava encantado com a paisagem por onde haviam passado, sempre gostara de acampar. Uma floresta densa cheia de árvores grandes e com folhas bem características. De quando em vez podia-se ouvir pássaros ao fundo e Aécio se remexia implorando para que Drake o permitisse os caçar.
[ - Nosso objetivo não é esse. Temos que encontrar os três inimigos do Olimpo. - ] - Dissera à Aécio.
Quando a van parou, viu-se diante de um só caminho. As árvores estavam muito próximas umas das outras ao redor de forma que o único lugar possível a se seguir era uma estreita trilha. Não gosto disso, estaremos vulneráveis nesta trilha por ser estreita e só ter duas direções: a ida e a volta. Pensara consigo mesmo. Então sem hesitar, apertara seu colar que se transformou em seu par de adagas. Jogou uma de modo que a sua lâmina fincou-se no chão projetando uma sombra.
- Caso não saibam, sou viciado em acampar. - Disse. - Para não nos perdermos, precisamos saber aonde estamos. Por isso, usarei esta lâmina para descobrir onde fica leste, e assim descobrir as outras direções e saber por onde viemos: em qual direção esta trilha está. É um método muito eficiente e nunca falha, porém demora 10 minutos até que eu saiba em qual direção a sombra da adaga se moveu, indicando onde fica Leste. Não sou o líder, mas acho que vocês deveriam ir estudando o local enquanto me concentro nesta tarefa! - Olhou para o céu e depois voltou seus olhos à sua adaga fincada no chão. - Não se preocupem, me encontro com vocês depois.
E então acenou para Sunny, demonstrando que poderia tomar conta de si próprio caso ela concordasse com sua idéia.


Última edição por DrakeTemple em Ter Dez 28, 2010 2:46 pm, editado 1 vez(es)
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Corby Flicker

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Ter Dez 28, 2010 2:22 pm

Corby sai do carro junto dos semi-deuses, olha Argos nos muitos olhos, e acena com a cabeça. Dando uma olhada para a paisagem, pega uma rosa nos campos e se aproxima de Sunny. - Bem, aceite como um pedido de desculpas lindinha. Wink -
[ Melhor eu achar meu lugar entre eles. ]

Depois de ver o que Drake faz ...
- Nossa cara, em que mundo você vive ? - Corby retira seu iPhone do bolso. - Tá vendo isso ? Aplicativo de bússola, todo iPhone tem ... cruzes ! - Entro no aplicativo de bússola e mostro. - Pronto, norte, sul, leste e oeste ? Quer que eu acesse o Google Maps pra saber aonde a gente tá também ? -
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Horace Fowl

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MensagemAssunto: Missão   Ter Dez 28, 2010 2:40 pm

*Logo que saimos do carro Drake diz :*
-Caso não saibam, sou viciado em acampar. - Disse. - Para não nos perdermos, precisamos saber aonde estamos. Por isso, usarei esta lâmina para descobrir onde fica leste, e assim descobrir as outras direções e saber por onde viemos: em qual direção esta trilha está. É um método muito eficiente e nunca falha, porém demora 10 minutos até que eu saiba em qual direção a sombra da adaga se moveu, indicando onde fica Leste. Não sou o líder, mas acho que vocês deveriam ir estudando o local enquanto me concentro nesta tarefa! - Olhou para o céu e depois voltou seus olhos à sua adaga fincada no chão. - Não se preocupem, me encontro com vocês depois.
* Então Corby tira seu iphone do bolso e mostra que estamos no mundo moderno. Depois de uns segundos de silêncio, todo mundo começa a gargalhar. Fazia muito tempo em que eu não ria daquele jeito. Então, interrompendo as gargalhadas, e depois de ver no iphone a localização em que deviamos ir, falo aos meus companheiros:*
-Está bem- digo interrompendo as risadas- Agora devemos nos concentrar na missão. Temos três inimigos, que são muito poderosos, e estamos nesta trilha. Devemos tomar cuidado e tentar fazer pouco barulho. Não desliguem nem por um minuto, porque podem nos atacar.- Olho para todos, e depois diretamente a Sunny- Quer falar mais alguma coisa, lider ?-
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Sunny

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Ter Dez 28, 2010 3:10 pm

Sunny se manteve quieta o restante da viagem. Também porque continuava irritada com o susto que o filho de Hermes lhe pregara, mas principalmente porque a paisagem prendia sua atenção de tal modo que era difícil se concentrar em uma conversa. A estrada terrosa pela qual a van seguia os levaram a uma floresta, mas ao contrário das florestas que cercavam Long Island, aquela não parecia antiga; suas árvores eram grandes, imponentes e em tons vivos, havia algumas palmeiras e até mesmo roseiras selvagens, com nuances vivas contrastando com o verde e o marrom predominantes. Apesar da beleza do local, o ambiente também lhe pareceu hostil, como se qualquer um pudesse estar espreitando por ali a espera deles atrás daquelas árvores enormes, ideais para se esconder. Depois de outros morosos trinta minutos, Argos finalmente parou a van e abriu a porta para que descessem, apontando a trilha pela qual deveriam seguir.
Muito obrigada pela carona, Argos. — não esperou resposta, é claro. Jogou a mochila transversal, o arco e a aljava nas costas e adiantou-se para a trilha, girando no mesmo lugar enquanto analisava tudo com olhos rápidos e expressão compenetrada. Dessa vez, não se assustou quando Corby se aproximou com uma das rosas que se esparramavam por ali e falou, oportunista:
Bem, aceite como um pedido de desculpas lindinha. Wink
Rolando os olhos para o alto, Sunny pegou a rosa e retrucou:
Como você já está aqui, Flicker, por favor, concentre-se na missão. — mas apesar de ter jogado a rosa em um arbusto quando o garoto não estava vendo, aquilo fez com que sua irritação com o garoto desaparecesse.
Ela ouviu o método sugerido por Drake para que soubessem se orientar na trilha, e achou uma idéia muito boa até que ele se ofereceu para ficar para trás. Então ela hesitou. Mordeu o lábio inferior, contrariada, porque não gostava da idéia; estava decidida a manter todos unidos. Ficou aliviada quando Corby inesperadamente tirou um Iphone no bolso e disse:
Nossa cara, em que mundo você vive ? Tá vendo isso ? Aplicativo de bússola, todo iPhone tem ... cruzes ! Pronto, norte, sul, leste e oeste ? Quer que eu acesse o Google Maps pra saber aonde a gente tá também?
Foi a vez de Horace se pronunciar, sensatamente:
Agora devemos nos concentrar na missão. Temos três inimigos, que são muito poderosos, e estamos nesta trilha. Devemos tomar cuidado e tentar fazer pouco barulho. Não desliguem nem por um minuto, porque podem nos atacar. Quer falar mais alguma coisa, líder?
Ela sorriu.
Obrigada, Horace, minhas instruções são basicamente essas mesmo. Esta parece ser uma floresta muito grande e agora vejo que é inevitável que em algum momento nos separemos, mas enquanto pudermos adiar isso, adiaremos. — disse, resoluta. — Agora, acho que o mais sensato a se fazer é seguir a trilha e ver onde ela leva. Olhos atentos, armas à mão e permaneçam vigilantes!
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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Ter Dez 28, 2010 3:30 pm

Drake parecia não ter gostado do que Corby fez. Os semideuses entraram na trilha, era uma trilha que tinha partes bonitas, mas no geral, era muito esquisita. Em alguns locais as árvores eram mortas e algumas, as vezes, pareciam se mexer, outras pareciam observar os semideuses.

Eles adentraram ainda mais na floresta. Corby ainda com seu iPhone na mão. Os meio-sangues pareciam preparados para uma batalha a qualquer momento. Enquanto eles andavam uma ventania tomou contra da floresta, fazendo eles andarem com mais dificuldade.

Após mais cinco minutos de caminhada a floresta se tornou muito mais bonita. Árvores frutíferas apareciam com mais freqüência e as roseiras agora eram muito mais floridas e bonitas, o aroma muito mais agradável.

Depois de dez minutos de caminha a partir daquele local, a paisagem mudou completamente. Árvores mortas tomavam conta do local, algumas pareciam observar os meio-sangues e outras pareciam se mexer, mas depois de um tempo elas não só pareciam, elas estavam realmente se mexendo e observando eles.

Centenas de galhos começaram a avançar na direção do grupo de semideuses, alguns tentando se enroscar nos corpos dos semideuses e outros tentando ataca-los por todos os lados.
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DrakeTemple

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Ter Dez 28, 2010 4:12 pm

Drake foi surpreendido pela resposta de Corby:
Nossa cara, em que mundo você vive ?- Viu o garoto retirar algo do bolso. -Tá vendo isso ? Aplicativo de bússola, todo iPhone tem ... cruzes ! Pronto, norte, sul, leste e oeste ? Quer que eu acesse o Google Maps pra saber aonde a gente tá também ?
Drake sentiu um fogo começar a arder dentro de si, um ódio que se não fosse controlado o consumiria. O garoto havia humilhado seus métodos com um simples aparelho eletrônico. Mas então percebeu que não poderia ocupar sua mente com sentimentos inúteis como o ódio, afinal ele e o Corby estavam juntos nessa missão. Não poderiam brigar uns com os outros senão poriam suas vidas e as dos outros em risco, então após alguns segundos Drake o respondeu:
-Desculpe-me, não costumo confiar em aparelhos eletrônicos. Não o culpo, eles realmente são práticos mas como sou filho de Hefesto está em meu sangue fazer as coisas. Não posso confiar que ele vá sempre funcionar, e se você o perder ou ele quebrar? Não é nada pessoal, mas prefiro usar o "velho que sempre funcionou".
Olhou então para Sunny esperando sua resposta quanto a proposta de ficar separado dos outros. Esperava que ela o compreendesse quanto à confiar em um simples aplicativo de um celular. Até que Sunny disse:
- Obrigada, Horace, minhas instruções são basicamente essas mesmo. Esta parece ser uma floresta muito grande e agora vejo que é inevitável que em algum momento nos separemos, mas enquanto pudermos adiar isso, adiaremos.
Suas esperanças de que ela o entendesse se foram. Não poderia acreditar que ela concordara com aquela idéia absurda.
[ - Aécio, preciso que você me faça um favor. Já que não posso ficar para ver onde ficam os pontos cardeais, preciso que escolha a árvore mais alta e pouse nela. Observe o Sol por alguns minutos e me diga se ele está se pondo ou nascendo. Logo saberei onde fica Leste e Oeste. - ] - Disse-lhe.
[ - Não era isso que eu queria fazer, mas tudo bem. - ] - Murmurara Aécio.
Então Drake jogou o broche no chão sem que ninguém percebesse até que este adquirira uma certa distância deles e se transformara em um autômato voando para longe.
Seguiram pela trilha, a paisagem foi ficando linda conforme adentravam cada vez mais a floresta. Flores exóticas que Drake nunca vira antes estavam por todos os lados até que Drake teve a sensação de que algo que tinha visto antes não estava mais ali. Como se uma árvore inteira tivesse desaparecido sem que ninguém percebesse. Olhou então para os outros semi-deuses esperando que também tivessem visto mas todos estavam olhando encantados para a paisagem. Devo estar ficando louco. Aposto que é porque não sei em qual direção estou indo. Pensara.
Quando tudo parecia estar prestes à melhorar dando em uma cachoeira linda, o solo ficou mais arenoso, as árvores começaram a ficar sem flores. Como se algo podre tivesse passado por ali e a vida de todas as árvores tivesse esvaído de cada uma.
Foi então que teve aquela sensação denovo. Dessa vez tivera certeza de que não estava louco: vira uma árvore se afastando da trilha e indo cada vez mais em direção à mata.
- É... Gente, eu acho que... - Mas antes que pudesse terminar a frase, seus olhos encontraram-se com os dos outros semi-deuses e percebeu que todos tinham visto aquilo e tentavam avisá-lo de que algo estava errado atrás de ti. Voltou seu olhar para trás e viu que agora haviam milhares de raízes indo em direção à eles com uma velocidade sobrenatural por todas as direções. Conseguiu cortar algumas com suas adagas que tentaram enrroscar-se em seus tornozelos e desviou-se de outras que pareciam que iriam atravessar seu peito.
- Precisamos sair daqui! - Gritou.
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Sunny

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Ter Dez 28, 2010 4:47 pm

Os quatro seguiram caminhando pela trilha, que se mostrou um caminho um tanto peculiar. Alternava trechos de vegetação mortiça e de árvores tão vivas que quase pareciam se mexer, embora Sunny soubesse que eram peças que o vento aprontava aos seus olhos. Não parava de correr o olhar pelas árvores que os cercavam, tomada por uma sensação forte e incomoda de que estavam sendo observados.
Uma ventania súbita varreu a trilha levantando folhas secas e terra e açoitando seus cabelos e roupa. Aquilo dificultou a caminhada; a garota precisou semicerrar os olhos para evitar as partículas de terra e andar com mais cuidado. Foi novamente surpreendida quando a paisagem mudou bruscamente, e eles se viram cercados por árvores frutíferas e roseiras muito mais vívidas e belas que as que encontraram no ínicio da caminhada. Ela contemplava tudo maravilhada.
A bela paisagem, porém, não durou muito tempo. Com dez minutos de caminhada, as belas cores tinham desaparecido e sido substituídas por árvores ameaçadoras, mortas. Outra vez teve a sensação de que eram vigiados. Desconfiada, parou a caminhada. Tinha certeza que as árvores estavam se movendo e quando seu olhar encontrou o dos amigos viu que não era a única a ter essa impressão. Seriam árvores habitadas por dríades? Era uma possibilidade. Ela se aproximou de uma das árvores e resvalou os dedos lentamente pelo tronco, sentindo a textura áspera e quebradiça.
Não estou gostando disso. — ela murmurou — Não estou gostando nada disso.
Virou-se para Drake, Corby e Horace para obter uma opinião, mas soltou uma exclamação ao notar que várias raízes e galhos se moviam, realmente se moviam, indo resoluta e inexoravelmente na direção deles. Drake também parecia estar percebendo isso:
Gente, eu acho que... — Mas antes que tivesse a chance de terminar a frase, ele captou o aviso que ela enviava pelo olhar e viu as plantas. — Precisamos sair daqui!
Um dos galhos que pendiam da árvore da qual ela estava próxima estendeu-se em sua direção e ela se abaixou, correndo para longe.
Cuidado! — gritou para os amigos, enquanto as plantas continuavam a atacá-los. Ela sacou o punhal dourado de dentro da jaqueta e desferiu um golpe vertical fugaz para cortar aquelas que tentavam se agarrar às suas botas. — Cortem ou arranquem com as próprias mãos, e corram, DEPRESSA! — enquanto falava, cortava raízes e se afastava para longe.


Última edição por Sunny em Qua Dez 29, 2010 5:42 am, editado 1 vez(es)
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Corby Flicker

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Ter Dez 28, 2010 5:08 pm

Depois da resposta de Drake. - Bem, não era algo que eu esperava ouvir de um filho de Hefesto, maaaas, cada regra tem sua exceção. É como dizem né. - Corby diz coçando a nuca e fazendo cara de quem acaba de ouvir algum comentario insano. Mas não questiona e continua sua caminhada.

Quando começam a passar pela bela paisagem, Corby se distrai com a beleza do local. Aproveita pra pegar uma flor Amarela, linda, e se aproxima de Sunny novamente. - Ei, toma ! Acho que você perdeu a rosa. E essa combina mais com você Wink - e se adianta cantarolando The Only Exception do Paramore.

Corby, sempre teve um sensor-aranha, que ele chama de sensor-x9, que geralmente ele tinha quando alguem estava perto enquanto ele fazia "compras". E seu sensor-x9 estava inquieto. - Hmm, que lugar feio ! - Disse Corby quando chegaram a região das arvores mortas.

— Não estou gostando disso. — Sunny murmurou — Não estou gostando nada disso.
- Concordo com você lindinha, tem algo fedendo aqui. - Disse dando uma volta no próprio eixo, observando.

Corby avistou por visão periférica movimentos terrestres em direção aos seus pés. E virando-se para olhar viu raizes e galhos tentando arrancar algum pedaço de Drake, que se atrasou pra perceber e disse:
— Gente, eu acho que... — Mas antes que Drake tivesse chance de terminar a frase, ele captou o aviso que Sunny enviava pelo olhar. — Precisamos sair daqui!
Um dos galhos que pendiam da árvore da qual Sunny estava próxima estendeu-se em sua direção e ela se abaixou, correndo para longe.
— Cuidado! — ela gritou para os amigos, enquanto as plantas continuavam a atacá-los. Ela puxou uma adaga e começou a cortar alguns ramos enquanto corria.

- iiih, fedeu ! - Corby como um filho do Deus dos Ladrões nunca se deixaria pegar, muito menos por plantas Neutral . Então decidiu não economizar, se tem uma coisa que ele sabe fazer é isso. Conciste apenas em concentração, e desespero de nunca ser pego. Corby mentalizou alguns metros a frente e se impulsionou com os pés para longe das raízes. Como ele imaginava, teve sucesso. Instantaneamente asas apareceram nas laterais dos seus Tênis, e asas menores nas pernas dos óculos, atrás das orelhas. Menos que um teletransporte, mais que um super-movimento, em outras palavras um mini-teletransporte. - Eeei, mais rapidos Shocked ! Corby realiza alguns disparos contra as raízes, enquanto corria de costas e olhando por cima dos ombros.


Última edição por Corby Flicker em Qui Dez 30, 2010 11:54 am, editado 1 vez(es)
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Horace Fowl

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MensagemAssunto: Missão   Qua Dez 29, 2010 5:43 am

* Enquanto as plantas atacavam a todos, eu tentava me livrar delas como os outros*
Cuidado! - Gritou Sunny
*Então tentei pegar algumas adagas que saiam de minha bolsa, mas estava dificil. Eramos quatro na missão, e um devia ajudar ao outro. Alguém devia escapar daqui e depois ajudar os outros. E escapar era uma das melhores habilidades de filhos do Deus dos ladrãos. Mas foi ai que percebi que ele ja tinha escapado e estava com um dos tipicos tenis voadores de Hermes
- Corby, pegue a minha bolsa. Dentro dela há varias adagas. Solte a Sunny, depois ela pode tentar soltar eu e Drake com as suas flechas. Rapido !
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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Qua Dez 29, 2010 10:58 am

Corby havia escapado das árvores, mas os outros não. Eles lutavam contra os troncos e raízes para tentar escapar mas as árvores que pareciam mortas estavam fortes e difícil de se quebrar. Quanto mais os meio-sangues cortavam mais chegavam, estava muito difícil de sair daquele local.

A floresta que antes parecia muito bonita estava muito perigoso e horrorosa. Árvores atacavam os semideuses, o solo estava muito desgastado e em alguns locais se encontravam ossos que aparentemente eram de humanos. Provavelmente as árvores tinham feito mais vitimas antes dos quatro semideuses.

Drake havia conseguido cortar alguns galhos e raízes mas não foi o suficiente, mais galhos chegaram e prenderam seus pés em seguida raízes prenderam suas mãos. Sunny também conseguiu destruir alguns galhos e estava mais livre, mas cada vez mais galhos iam em direção a garota.

Os tiros que Corby havia disparado destruiu as raízes que prendiam Drake o deixando livre mas cercado de plantas. Corby era o único completamente livre, fora do alcance das plantas. Os outros estavam livres mas cercados pelas plantas, se demorassem muito, iriam ser mortos ali mesmo e iriam se juntar aos ossos que estavam no chão.
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Corby Flicker

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Qua Dez 29, 2010 11:31 am

O desespero começa a tomar conta de Corby, e ele decide fazer algo que ele nunca tentou. - Merda, vamos ter que tomar atitudes drasticas ! Olha, eu nunca tentei fazer isso, por isso não sei se vai dar certo. Mesmo se conseguir, acho que vocês vão ter que me carregar depois. - Corby volta até seus companheiros. - Vamos segurem em mim. - Faz uma rapida prece para seu pai. [ Por favor pai, me de forças pra essa ! ] Corby se impulsiona pra frente dando novamente seu mini-teletransporte, e tenta carregar seus companheiros com ele.

Corby consegue { Ewerton disse em off que consiguiria '-' }, mas o esforço foi demais como imaginou, e ele tomba quase inconciente perto do que ele espera que sejam "amigos" agora.


Última edição por Corby Flicker em Qui Dez 30, 2010 11:51 am, editado 1 vez(es)
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Sunny

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Qua Dez 29, 2010 2:04 pm

Sunny continuava a ceifar as plantas que se aproximavam, recuando para se afastar. Quando seus pés resvalaram por algo e ela viu horrorizada que se tratava de um osso, indubitavelmente humano, ela não pode suportar pensar que aquelas plantas poderiam mesmo estrangulá-los e começou a lutar com ainda mais afinco contra elas. Quando se viu razoavelmente liberta, passou a disparar flechas contra as raízes que se enroscavam ao redor de Drake e Horace. Virou-se para Corby para ajudá-lo também, e então notou o garoto pairando no ar com a ajuda de tênis alados, também disparando contra as plantas, mas com revólveres. Ela torceu para que a mira dele fosse boa o bastante para evitar que ele os acertasse acidentalmente. As raízes se alastravam como pragas, mas sem se abalar, Sunny continuou a lutar contra elas com violência, decidida. Corby pareceu se desesperar e disse:
Merda, vamos ter que tomar atitudes drásticas! Olha, nunca tentei fazer isso, por isso não sei se vai dar certo. Mesmo se conseguir, acho que vocês vão ter que me carregar depois. Vamos, segurem em mim.
Está maluco? O que você vai fazer? — gritou, continuando a disparar setas. Mas eles nunca venceriam, galhos e raízes se espalhavam para emboscá-los como se tivessem vontade própria e nada desejassem além de estrangulá-los. Sem opção, acabou estendendo a mão para Corby, assim como os outros. Ela foi acometida por uma sensação estonteante, como se tudo estivesse girando, e quando deu por si estavam fora da trilha na mata fechada. A menina tinha a respiração descompassada e sentia que possuía arranhões na bochecha, aos quais não deu importância, e sentia-se muito atordoada. Corby os tinha teletransportado? Olhou para o lado e viu que o garoto estava quase inconsciente pelo esforço que o truque lhe custara.
Droga, Flicker, estava tentando se matar? — apesar do tom explosivo, Sunny estava preocupada, imensamente aliviada por terem escapado e realmente grata ao filho de Hermes, apenas continuava chocada demais pra expressar qualquer coisa além de nervosismo. Não acreditava que quase tinham sido esmagados até a morte por plantas. Ajudou Corby a sentar-se e entregou para o garoto um pedaço de ambrosia que tinha na mochila, como um agradecimento silencioso. Enquanto ele se recuperava, ela virou-se para ver o que poderia fazer pelos outros companheiros.
Vocês estão bem? Essas plantas assassinas não foram exatamente um obstáculo previsível. Estou com um pressentimento de que ainda vamos encontrar muitas dessas coisinhas insuportáveis em nosso caminho, precisamos dar um jeito nelas antes de prosseguirmos. — seus olhos procuraram os de Horace, e ela perguntou ao filho de Atena: — Horace, já leu sobre algum espécime parecido com esse? Sabe de alguma informação que possa nos ajudar contra elas?— Sunny mordia o lábio inferior, como fazia quando estava pensativa ou preocupada, ou ambas as coisas. Tentava encontrar alguma solução. Quando seu olhar passou por Drake, um pedaço da planta partida presa ao braço do garoto chamou sua atenção e ela sentiu uma ideia vindo. Debruçando-se em sua direção, estendeu a mão e desenroscou a planta do braço do garoto com cuidado, e enquanto a analisava de perto, já sabia o que poderia ser feito: — Ei, Drake, acha que conseguiria destruí-las com fogo de forma controlada, sem acabar incendiando a floresta inteira? — aquilo poderia ser uma saída eficiente, se outras plantas aparecessem. Colocando a mochila nas costas outra vez, ela se pôs de pé e acrescentou: — Acho melhor seguirmos fora da trilha, a partir de agora. Parece levar a algum lugar, mas nos expõe demais. E é meio óbvia; quero dizer, se eu fosse um dos três fugitivos, ficaria escondida na floresta fechada, não no fim ou à beira da única trilha existente.


Última edição por Sunny em Qui Dez 30, 2010 12:07 pm, editado 6 vez(es)
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DrakeTemple

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Qua Dez 29, 2010 6:19 pm

Quando Drake olhou para os outros semi-deuses denovo percebeu que todos estavam sendo atacados simultâneamente pela aparente interminável leva de raízes. Foi então que sentiu algumas prendendo em seus tornozelos e antes que pudesse abaixar-se para cortá-las outras oito raízes prenderam em seus pulsos, como se tivessem planejado aquilo, como se tivessem um meio de comunicar-se ou fossem parte de uma árvore só; de alguma criatura.
Drake começou a sentir suas mãos e seus pés ficarem dormentes, as raízes estavam apertando-os com uma força incomum. Começou a se contorcer e agitar os braços e pernas visando partí-las. As veias de seus braços ficaram protuberantes e seu rosto avermelhado até que sentiu-se liberto repentinamente. Olhou para seu corpo e viu que não fora sua força que o libertara, mas sim as flechas de Sunny. Sua amiga filha de Apolo. Fitou-a e a agradeceu acenando com a cabeça por ter salvado sua vida. Então percebeu que Corby aparentemente era o único que estava conseguindo desviar das plantas assassinas graças às suas pequenas asas. Ouviu então o garoto gritar:
-Merda, vamos ter que tomar atitudes drásticas! Olha, nunca tentei fazer isso, por isso não sei se vai dar certo. Mesmo se conseguir, acho que vocês vão ter que me carregar depois. Vamos, segurem em mim.
Drake não acreditou que o garoto fosse aguentar todos eles.Tenho certeza que consigo redirecionar a explosão de meus fogos gregos e desenhar uma parede de fogo para nos proteger. Pensara. Estava prestes a fazer as devidas adaptações em seus projéteis quando viu que Sunny e Horace estavam alçando vôo para longe dali em uma velocidade um tanto lenta. Pulou e agarrou-se nos pés de Horace, por pouco não ficara para trás. Quando chegaram à uma distância segura Corby aterrissou repentinamente, descendo direto em direção ao chão e chocando-se. Drake batera com a cabeça no chão na hora do impacto, mas não se ferira gravemente. Então se arrastou até uma pedra e sentou-se encostado nela. Observou Sunny dando ambrosia para o garoto recém-inconsciente e soltou uma gargalhada abafada por ninguém ter se machucado. Quase fomos mortos por plantas... Zombara mentalmente.
[ - Por favor nunca mais me mande fazer isso denovo! - ] - Reclamara Aécio.
Então Drake lembrou-se que havia ordenado que seu autômato ficasse de olho no sol e lhe disesse se este estava nascendo ou se pondo para que pudessem saber em qual direção a trilha ficava.
[ - Ah, me desculpe foi necessário. Além do mais, você teve mais sorte do que nós. Fomos atacados por infinitas raízes que pareciam ter vida própria. - ]
[ - Não dei sorte não. Qualquer coisa é melhor do que ficar sem fazer nada. - ]
[ - Você que sabe. Bem, o sol está... - ] - Começou Drake.
[ - Nascendo. - ]
[ - Muito bem. Se está nascendo ele é o nosso... Leste. Hm se ele é o nosso leste, a trilha está exatamente a....Sudeste. - ] - Concluíra Drake.
Então Aécio parou de voar acima deles em movimentos giratórios e mergulhou em direção ao Drake, transformando-se em um broche segundos antes de se chocar contra ele. Drake olhou ao redor e ninguém pareceu ter notado Aécio; Sunny estava ocupada ajudando Corby a se recuperar e Horace parecia aturdido demais para dizer algo.
Então Drake reclinou a cabeça para trás e começou a examinar o céu. O Sol estava quase no meio do céu, posicionando-se um pouco à esquerda deles. Percebeu então que o dia estava lindo, não havia nenhuma nuvem. Desejou estar em uma piscina deitado em um espreguiçadeira tomando suco de laranja, até que foi desperto de seus pensamentos por Sunny.
- Vocês estão bem? Essas plantas assassinas não foram exatamente um obstáculo previsível. Estou com um pressentimento de que ainda vamos encontrar muitas dessas coisinhas insuportáveis em nosso caminho, precisamos dar um jeito nelas antes de prosseguirmos. - Disse a garota. Então ela dirigiu-se ao Horace e lhe falou algo que Drake não prestou atenção mas com certeza fora algo importante pois esta mordeu seus lábios inferiores após uma longa pausa. Drake a conhecia há pouco tempo, mas sabia que ela fazia isto quando estava nervosa ou preocupada. Então como se ela tivesse lido seus pensamentos, olhou-o nos olhos e começou a se aproximar dele. Quando chegou bem perto, agachou-se e estendeu sua mão direita em direção ao garoto. Drake começou a sentir aquele calor confortável que sentira quando ela o tocara na arena, mas então viu que Sunny apenas tirou um resto de uma planta que pendia sem vida em seus braços acabando com suas esperanças de receber um carinho em sua face.
- Ei, Drake, acha que conseguiria destruí-las com fogo de forma controlada, sem acabar incendiando a floresta inteira? - Perguntara-o.
Ele fora surpreendido com a pergunta pois havia pensado na mesma coisa.
- Também pensei nisso e fiz até os cálculos para que pudesse queimar somente o desejável. - Sorriu para ela. Estava claro que ele estava falando que dessa vez não iria queimar suas sobrancelhas denovo. - Porém o Corby tentou fazer um ato heróico antes que eu pudesse pôr em prática o meu plano. Ele pôs a vida em risco à toa. Mas obrigado mesmo assim. - Acenou com a cabeça em direção ao garoto. - Agora vamos sair daqui, não quero ficar para ver se aquelas coisas irão voltar.
Então quando se levantou sentiu um ardência incontrolável na lateral esquerda de sua barriga. Apalpou por cima da camisa e percebeu que estava ferido. Podia agora sentir suas forças esvaindo-se lentamente de seu corpo através daquele pequeno furo. Levantou a camisa sem que ninguém visse e encostou a palma da mão no buraco. Fechou os olhos e concentrou-se. Sabia que isto iria doer, mas que era inevitável. Então sussurrou palavras em grego antigo e pôde sentir sua palma esquentar-se. Sentiu uma dor incontrolável e lutou para não gemer. Esta era muito maior do que a que sentira segundos atrás: Ele havia estancado o seu ferimento. Aproximou-se de Sunny apoiando-se no ombro da garota e sussurrou: Obrigado por ter me libertado. Eu realmente pensei que iria morrer. Então por ímpeto lhe beijara na boxexa. Fora a melhor forma que encontrara para lhe agradecer o imenso favor. Olhou para frente e franziu o cenho, eles haviam deixado a trilha e estavam no meio da mata fechada. Sem noção para aonde ir mas Drake sabia o caminho de volta, então esperou as ordens de sua líder; Sunny.
- Acho melhor seguirmos fora da trilha, a partir de agora. Parece levar a algum lugar, mas nos expõe demais. E é meio óbvia; quero dizer, se eu fosse um dos três fugitivos, ficaria escondida na floresta fechada, não no fim ou à beira da única trilha existente. - Disse a garota.
- Sim, concordo plenamente. Se antes nós estávamos atentos evitando qualquer emboscada melhor ficarmos ainda mais agora. Onde o terreno parece ser hostil e não temos um bom campo de visão. Ou seja, não conseguiremos ver o inimigo de longe, mas sim somente de perto. O que poder ser fatal. - Avisara Drake.
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Horace Fowl

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MensagemAssunto: missão   Dom Jan 02, 2011 8:03 am

* Corby havia arriscado a sua vida, e salvado a de todos. Ele fez que nem um Herói. E eu não tinha conseguido ajudar em quase nada. Eu tinha sido um tanto inútil. Depois percebi que Sunny vinha a minha direção quando disse:
-Horace, já leu sobre algum espécime parecido com esse? Sabe de alguma informação que possa nos ajudar contra elas?
*Já tinha a resposta em mente. Quando estavamos sendo atacados, eu não sabia o que eram aquelas coisas. Olhei para Sunny e respondi nervoso*
- Não.
* Pareceu que ela não gostou da resposta, porque saiu imediatamente com uma cara feia. Droga, pensei, tenho que ser mais cooperativo com as pessoas. Estava muito assustado e exausto com os ataques das plantas. Esperei, até que a lider falou para todos:
-Acho melhor seguirmos fora da trilha, a partir de agora. Parece levar a algum lugar, mas nos expõe demais. E é meio óbvia; quero dizer, se eu fosse um dos três fugitivos, ficaria escondida na floresta fechada, não no fim ou à beira da única trilha existente. - Disse a garota.
* E para complementar, Drake falou:
-Sim, concordo plenamente. Se antes nós estávamos atentos evitando qualquer emboscada melhor ficarmos ainda mais agora. Onde o terreno parece ser hostil e não temos um bom campo de visão. Ou seja, não conseguiremos ver o inimigo de longe, mas sim somente de perto. O que poder ser fatal. - Avisara Drake.
*Então partimos.
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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Dom Jan 02, 2011 4:31 pm

Os semideuses haviam conseguido escapar. Corby havia salvado todos, se não fosse por ele, os meio-sangues poderiam estar mortos. Depois de detonar com as plantas, eles seguiram por fora da trilha.

Longe dali, quatro pessoas falavam entre si.

- Parece que seu plano funcionou. - disse uma das pessoas.

- Eu sabia que seria assim. - respondeu uma voz feminina

- E agora? Qual de nós quatro entra em ação primeiro?

- Eu. - falou um dos homens - Vencer eles vai ser meio fácil. O garoto de Hermes mal se aguenta em pé.

De fato, Corby estava esgotado. Salvar todos eles tinha deixado o garoto exausto. Os meio-sangues andavam pela floresta fechada com certa dificuldade, afastavam galhos, pulavam algumas plantas venenosa, etc.

Depois de andar por mais ou menos vinte minutos, os quatro semi-deuses chegam em um lago. Ele era consideravelmente grande. Dava para ver alguns peixes nele, porém, o tempo não estava apropriado para um banho no lago. Nuvens ameaçavam uma tempestade. Enquanto os meio-sangues observavam a paisagem, uma voz foi ouvida:

- Bem vindos. - falou enquanto se levantava - Bem vindos para a morte!

Um garoto se levantou do lago, com um sorriso simpático em seu rosto.

- Meu nome é Bartolomeu, filho de Poseidon - falou enquanto pegava sua arma de combate


- Então, vamos começar? - falou enquanto girava seu tridente


Última edição por - em Dom Jan 02, 2011 5:14 pm, editado 1 vez(es)
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DrakeTemple

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Dom Jan 02, 2011 4:55 pm

Drake não estava gostando nada da idéia de seguirem pela mata fechada onde mal se via o horizonte. A cada passo que dava perscrutava o chão procurando algum animal, alguma raíz, alguma coisa. E então, antes que pudesse relaxar por não ter encontrado nada hostil nos 20 metros de caminhada, ouviu uma voz vindo do lago. Sentiu os pelos de seus braços eriçarem, algo estava errado. Um garoto emergiu das águas empunhando um tridente e dirijiu-se à eles com um olhar que com certeza lhes dizia Olá, será um prazer derrotá-los.
Então confirmando os temores de Drake, o rapaz deu um passo em direção à eles aproximando-se da beirada do lago onde este era mais raso e a água chegava até as suas canelas.
- Bem vindos para a morte! Meu nome é Bartolomeu, filho de Poseidon. - Exibira-se girando seu tridente.
Não fazia sentido. Os semi-deuses não deveriam lutar entre si, algo estava errado. A última vez que isso acontecera foi quando alguns se juntaram às forças de Cronos, que já havia sido derrotado. Então Drake se lembrou do que Quíron lhe dissera que iriam enfrentar Sísifo, Íxion e Tântalo. Não havia nada à respeito de um meio-sangue. Deveriam matá-lo ou apenas incapacitá-lo?
Então Drake sacou suas adagas e pôs-se na frente de seus companheiros, encarou o meio-sangue nos olhos e bradou:
- Não quero te machucar, mas se você me obrigar receio que terei que provar o contrário. - Alertou Drake.
Estava decidido que faria de tudo para impedir que um mero filho de Poseidon os atrapalhasse.
Então pôs o peso de seu corpo no seu pé esquerdo que estava projetado para trás preparado para investir contra Bartolomeu. Olhou por cima do ombro esquerdo para seus companheiros e acenou com a cabeça incentivando-os a não hesitarem contra o meio-sangue. Voltou seus olhos de volta para Bartolomeu e investiu correndo contra o garoto mantendo suas duas adagas cruzadas à frente de seu peito como defesa. Entrou na água e sentiu suas pernas ficarem mais pesadas, mas não permitiu que isso o atrapalhasse. Ao menos tentou. Quando o alcançou, deu um salto para a direita e chutou a perna esquerda do filho de Poseidon. O garoto grunhiu de dor e ajoelhou-se, mas antes que Drake conseguisse desferir outro golpe, Bartolomeu o acertou no rosto com o cabo do tridente fazendo-o cambalear para trás. Drake fitou a água em suas canelas e viu pelo reflexo desta que seu nariz estava sangrando, então voltou seus olhos vermelhos de raiva para o garoto e correu em sua direção. Dessa vez não erraria.



Última edição por DrakeTemple em Seg Jan 03, 2011 6:12 am, editado 1 vez(es)
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Corby Flicker

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Dom Jan 02, 2011 5:34 pm

- Não acredito que você ta falando isso Drake, não que eu queira ganhar um beijinho seu, mas fui EU que salvei todo mundo la atrás, pelos Deuses ! Vocês devem ter Distorno no Defict de Compreensão também. - Corby diz depois que escuta Drake falando que o que ele fez foi desnecessario, e depois agradecendo a Sunny.
Corby levanta e se apoia em Horace, enquanto espera o Nectar que bebeu fazer efeito.
Eles andam por mata fechada e depois de 15 minutos o sensor-x9 de Corby começa coçar, e Corby se manteve mais atento.

Aos 20 minutos de caminhada eles chegaram até um lago, e Corby ficou mais inquieto que antes.
[ To sentindo uma treta! ] Mas antes que pudesse transformar seu pensamento em palavras o garoto apareceu no lago junto de seu tridente e sua ameaça de morte.

- Bem vindos. - falou - Bem vindos para a morte! -
- Meu nome é Bartolomeu, filho de Poseidon -

- Eita, um semideus do Mau ! Shocked . Nunca tinha visto um, deve ser legal dar um chute na bunda dele . Só se for agora Bonaparte ! -
Corby finge estar novinho em folha, e saca seus revolveres !
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Sunny

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Dom Jan 02, 2011 7:19 pm

Sunny aquiesceu para Drake e Horace com as respostas recebidas. Tinha confiança de que Drake poderia dar um jeito nas plantas com fogo se elas aparecessem de novo, e ao contrário do que o garoto pareceu ter achado, ela não culpava Horace por nunca ter ouvido falar nas estranhas raízes. Ficou genuinamente surpresa quando Drake se aproximou, com o rosto um pouco pálido – desconfiava que ele tivesse sido mais ferido no ataque do que aparentava – e depois de murmurar um agradecimento lhe beijou a bochecha.
Ei, não foi nada. Sei que você faria o mesmo. — ela riu descontraída, torcendo para que o rubor em seu rosto não estivesse tão evidente quanto a queimação que sentia em suas faces sugeria. Ouviu o pequeno ataque de Corby com as sobrancelhas erguidas.
Ora, Corby, ninguém está tirando seu mérito, Drake só me agradeceu por tê-lo libertado das raízes, afinal se eu não o tivesse feito ele provavelmente teria sido estrangulado antes de você nos teletransportar... todos concordamos que se você não tivesse feito isso estaríamos ferrados. Você tem sido um intruso bem útil! — disse, com um riso divertido.
Eles então seguiram em frente. Sunny detestou a sensação de não saber aonde iam, de não ver muito mais que poucos metros a frente, de não terem um local exato para se dirigir. Depois de vinte minutos de caminhada árdua pelos caminhos tortuosos compostos por seixos e plantas venenosas, ficou surpresa quando se depararam com um lago médio, faiscando em tons de cinza e azul escuro sob o céu tempestuoso. A menina se aproximou do lago sem pensar, mas recuou bruscamente quando um garoto saiu dele, de sorriso confiante e tridente na mão.
Bem vindos, bem vindos para a morte! Meu nome é Bartolomeu, filho de Poseidon. — gabou-se. — E então, vamos começar?
Sunny observou Drake se por a frente deles e sacar as adagas, bradando uma ameaça para o semideus e incentivando com um aceno que eles não hesitassem em atacá-lo. Corby também sacou depressa seus revólveres. Sunny continuava pasma demais para se mover: raramente um meio-sangue mudava de lado, porque aquele queria matá-los? Assistiu horrorizada quando Bartolomeu e Drake começaram a lutar violentamente, e quando finalmente caiu sua ficha de que o semideus estava realmente falando sério com a coisa de lutar até matá-los, não pode evitar. Sacou e muniu rapidamente seu arco, apontou-o pronto para atirar no garoto e avisou em tom de voz mandão e extremamente irritado:
Se eu fosse você – ainda bem que não sou – abaixaria esse tridente agora, filho de Poseidon. Nunca erro o alvo e gostaria de saber quem te mandou aqui sem precisar te ferir seriamente, mas a escolha é sua.
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Horace Fowl

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MensagemAssunto: Missão   Seg Jan 03, 2011 7:13 am

*Estavamos caminhando pela trilha quando chegamos em um lago, e um garoto estava parado*
Bem vindos, bem vindos para a morte! Meu nome é Bartolomeu, filho de Poseidon. — gabou-se. — E então, vamos começar?
* Drake começou um pequena luta luta com ele, mas logo foram interrompidos por Sunny:
Se eu fosse você – ainda bem que não sou – abaixaria esse tridente agora, filho de Poseidon. Nunca erro o alvo e gostaria de saber quem te mandou aqui sem precisar te ferir seriamente, mas a escolha é sua.
*Mas algo estava errado. O garoto estava muito confiante. Ai percebi que estava em seu território*
-Sunny- falei só para ela ouvir- este garoto está muito confiante. Ele está em seu território, e pode levar vantagem. -
* Olhei para os olhos delas e percebi que ela pensara na mesma coisa. Mas mesmo assim eram nós quatro contra ele- bem, pelo estado de Corby eram só tres e meio . Só se o garoto, Bartolomeu, tivesse outras pessoas para ajudar na luta.
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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Ter Jan 04, 2011 6:24 am

- Drake Temple - falou Bartolomeu enquanto se levantava - Filho de Hefesto.

Bartolomeu olhou fixamente para Drake enquanto o garoto tentava acertá-lo.

- Acha mesmo que vai conseguir me vencer? - perguntou

Bartolomeu girou seu tridente e o ergueu em seguida, sussurrou algumas palavras em um tom baixo, fazendo que fosse impossível os meio-sangues o ouvir.

- Volte quando puder me vencer. - falou Bartolomeu

A água começou a ficar inquieta, ela se balançava em uma rápida velocidade até que um redemoinho se formou. Drake estava conseguindo se segurar mas a força era muito grande.

- Então você resiste, filho de Hefesto? Então eu vou ser obrigado a lhe dar uma força. - falou Bartolomeu

Bartolomeu colocou seu tridente para baixo e o ergueu rapidamente. Girou o tridente e o apontou para Drake.

- Vá! - gritou o filho de Poseidon

No momento que ele gritou, uma enorme rajada de água saiu da lagoa em direção a Drake que foi acertado em cheio e caiu do outro lado da lagoa, o redemoinho estava tentando puxá-lo mas Drake arranjava forças para se segurar.

Bartolomeu olhou para os outros semideuses. Corby estava com suas armas e Bartolomeu ouviu a ameaça de Sunny.

- Vamos lá garota, o que está esperando para mandar suas flechas? - desafiou Sunny

Logo em seguida olhou para Horace.

- Filho de Atena, certo? Espero que tenha algum plano para me vencer. - falou enquanto virou a cabeça para Corby - Você é filho de Hermes, certo? Você parece meio cansado, ou é impressão minha?

Bartolomeu deu um leve sorriso para os semideuses quando terminou de falar.
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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Ter Jan 04, 2011 6:57 am

- Esse cara ja ta falando demais ! - Corby observava Drake em combate com Bartolomeu, e tentava arrumar um ponto de mira que não tivesse riscos de acertar Drake. Corby começa a andar em volta ao lago com as armas apontadas para o filho de Poseidon.
No momento que o cara grita - Vá ! - e Drake é jogado ao outro lado da lagoa por uma rajada de água, o cara começa a falar.

- Vamos lá garota, o que está esperando para mandar suas flechas? - desafiou Sunny

Logo em seguida olhou para Horace.

- Filho de Atena, certo? Espero que tenha algum plano para me vencer. - falou enquanto virou a cabeça para Corby - Você é filho de Hermes, certo? Você parece meio cansado, ou é impressão minha? -

- Éee ! Vo te mostrar quem ta cansado, ô água viva ! - Corby aproveita que Drake saiu da area de risco, e larga o dedo pra cima do filho de Poseidon e só para de atirar quando descarregar as armas.
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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Ter Jan 04, 2011 9:33 am

Enquanto corria para cima do Filho de Poseidon denovo, Drake escutou Sunny ameaçando-o e não conteve um sorriso. Sabia que se algo desse errado ela o acertaria com as flechas. Quando Drake estava prestes à alcançar Bartolomeu, este lhe disse:
- Drake Temple, filho de Hefesto. Acha mesmo que vai conseguir me vencer? - Então girou seu tridente e sussurrou palavras que Drake sabia que não era um bom sinal. - Volte quando puder me vencer. - Acrescentou.
Como ele sabe o meu nome e que eu sou filho de Hefesto? Tem algo muito errado nisso, queixou-se. A água aos pés de Drake começou a se mexer rapidamente formando um redemoinho que crescia constantemente. Por ímpeto, Drake abaixou-se e segurou as raízes no leito do lago, evitando que fosse sugado pela corrente forte da água.
- Então você resiste, filho de Hefesto? Então eu vou ser obrigado a lhe dar uma força. - Provocara Bartolomeu que em seguida fez um movimento com seu tridente e gritou "Vá!". Uma rajada de água seguiu suas palavras e acertou Drake em cheio, fazendo-o voar em direção à outra margem. Agora Bartolomeu estava entre Drake e o redemoinho.
[ - Não pude deixar de notar que o tridente parece aumentar o seu poder. - ] - Comentara com Aécio mentalmente.
[ - Então sabes o que fazer. - ] - Induzira Aécio.
Seu autômato estava certo, mas se isso não desse certo Drake poderia morrer afogado. Era sua única chance, não podia errar e muito menos hesitar. Fechou seus olhos e pensou em algo que o estimulasse a pôr sua vida em risco. Procurou nos cantos de sua mente alguma memória que o fizesse feliz, que o ajudasse a superar seus temores. Então surpreendeu-se com o resultado. Entendeu finalmente o que realmente sentia, e tudo fez sentido. A estranha sensação que sentia quando era tocado por esta. Ele viu Sunny. Ele a amava. Lutou contra a água que batia em seu rosto de quando em vez e viu Sunny com sua flecha apontada para Bartolomeu. Ouviu os disparos de Corby e esperou até estes cessarem para evitar ser atingido por uma bala perdida, não sabia se deveria confiar na pontaria de um filho de Hermes. Encheu os seus pulmões e soltou as raízes que o impediam de ser arrastado para o redemoinho. Foi puxado pela correnteza com uma velocidade incrível, esticou seu braço direito e conseguiu agarrar na base do tridente do Filho de Poseidon, arrastando a arma consigo e submergindo ao alcançar o centro do redemoinho.
Milhares de litros de água estavam sobre Drake que segurava o tridente com as duas mãos com tamanha força que os nós de seus dedos estavam amarelos. Não conseguia ouvir nada, tudo estava num silêncio profundo. Tentou apoiar-se com os pés no fundo do lago mas a força do redemoinho o obrigava a ficar deitado de lado. É o fim, pensou. Fechou seus olhos e ficou esperando a morte agarrado ao tridente. Segundos se passaram e ele ainda estava ali, parado sem fazer nada esperando seu destino ser comprido. Lembrou-se da profecia que dizia que em um abismo iriam cair, Drake estava pronto para aceitar a profecia e ir para o sub-mundo. Seu coração começou a bater mais forte conforme seus pulmões pediam desesperadamente por oxigênio, então sua mente lhe pregou uma peça. Tornou a ver a imagem de Sunny sorrindo para ele na entrada da arena e lembrou-se de seu sorriso radiante. Seria normal ele ter sentido saudades dela, tristeza porque iria partir e nunca mais vê-la, mas sentiu ódio. Ódio de Bartolomeu que o tiraria de perto de sua amada. Apertou o tridente com mais força e começou a esquentar o metal com as palmas de suas mãos. Pôde ver a água borbulhando onde suas mãos tocavam o metal que emanava uma luz laranja incandescente. A água estava lutando contra sua vontade e esfriando o metal, mas de alguma forma conseguia encontrar forças sobrehumanas em seu ódio. E então o metal cedeu e o tridente partiu-se em três pedaços. Instantâneamente o redemoinho cessou e Drake flutuou até a superfície. Sorriu por ter conseguido não morrer e tentou alcançar sua bolsa carteiro com ambrosia mas estava muito fraco. Ficou lutando para respirar, seu peito estava pesado graças à despressurização repentina e fitou o céu acima do lago e de todos ali presentes, esperando alguém vir e o ajudar a pegar um pouco de ambrosia.
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Horace Fowl

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MensagemAssunto: missão   Qua Jan 05, 2011 8:21 am

* Quando o garoto de Poseidon, gritou "Vá !", eu soube imediatamente, que grande parte de seu poder vinha do tridente. Drake também pareceu que descobriu isso, porque quando estava sendo atacado pelas aguas conseguiu destruir o tridente, fazendo com que as aguas parassem o redemoinho. Drake Precisava de de ajuda. Fui até ele, por que Sunny e Corby estavam com as suas armas miradas para Bartolomeu. Peguei um pouco de Ambrósia e néctar a passei para ele. Quando terminou falei para ele.*
-Parabéns. Se comportou como um herói. Agora vamos descobrir o que Bartolomeu quer.-
* Coloquei os braços deles em volta dos meus ombro, e o carreguei até onde os meu companheiros estavam. Coloquei Drake no chão para ele se deitar, e depois olhei com os olhos cheios de raiva para Bartolomeu*
- Você esta em desvantagem. Agora conte por que nos atacou !-
* Mas por seu sorriso em seu rosto, não parecia que estava muito preocupado*
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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Sex Jan 07, 2011 5:39 pm

Ela ouviu o sussurro de Horace e percebeu que ele estava certo, o território era mesmo propício ao filho de Poseidon, e aquilo poderia acarretar em sérios problemas para eles. Mas o que poderiam fazer? Atacar o semideus? Mesmo que não quisesse, uma gota de compaixão já começava a se mesclar contra a vontade de Sunny a seu medo. Talvez houvesse uma maneira de fazer com que ele se rendesse sem ninguém se ferir. A culpa não é dele, pensou a menina. Deve estar sendo iludido e usado por alguém mais forte. Apertava convulsivamente o arco sem ousar disparar, tomada por um instante terrível de dúvida. Em algum momento entre o combate entre Drake e o filho de Poseidon, porém, o último produziu um redemoinho de água que tentava arrastar seu amigo, e disse com desprezo:
Volte quando puder me vencer. — e vendo que ele resistia, apontou o tridente na direção da lagoa e ordenou: “Vá!”, ao que uma rajada poderosa de água elevou-se e atirou Drake para a outra margem. Ela gritou pelo nome do garoto quando ele desapareceu para dentro da lagoa, mas não havia sinal dele. Sem se abalar, Bartolomeu ainda teve a ousadia de lhe dizer:
Vamos lá garota, o que está esperando para mandar suas flechas?
Aquilo foi o bastante. Sem pensar mais um segundo, Sunny soltou a corda e assistiu as duas flechas dispararem pelo ar disputando em velocidade na direção ao garoto. Sabia que Corby também disparava porque os estampidos de seus revólveres eram ensurdecedores, mas não percebia mais nada, estava profundamente compenetrada em seu próprio ataque; disparava flechas seguidamente, mirando cada centímetro do corpo do semideus. Em algum momento do combate, uma vozinha aflita e insistente sussurrou em sua mente: Drake. Onde é que está Drake? Seus olhos perscrutaram a lagoa e ela ficou aliviada quando o braço do garoto emergiu e agarrou o tridente de Bartolomeu, tornando a desaparecer e levando o objeto consigo. Quando voltou, não havia mais tridente, e ele desabou quase imóvel sobre a terra firme; passara tempo demais debaixo d’água, lutando contra o poder de Bartolomeu. Sunny, esquecendo-se que estava em pleno combate, abaixou o arco lívida e fez menção de ir socorrê-lo, mas Horace foi mais rápido e correu ajudar Drake. A garota virou-se com uma expressão serena para o filho de Poseidon; de fato, a única coisa que denunciava o que realmente estava sentindo era a expressão dura e intensa em seus olhos.
Sabe qual foi seu grande erro, Bartolomeu? — ela perguntou, se aproximando do rapaz a passos leves. — Tentar matar meu amigo. Porque antes eu estava até com pena de você, um desses meios-sangues iludidos pelo outro lado. Mas agora... — com um só movimento, ela levou uma mão às costas e apanhou uma flecha entre os dedos, fincando-a no braço do semideus. — Agora estou furiosa. — agarrando aquele mesmo braço, ela o impulsionou para o chão de modo a deixá-lo de costas para a lagoa e apontou seu arco já munido diretamente para o peito do garoto. Entre seus dedos trêmulos, a corda rígida estalava, pronta para ser disparada. — E, portanto, não vou hesitar um segundo em tornar a disparar se você não se render e disser o que quer de nós.
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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Dom Jan 09, 2011 3:29 pm

Bartolomeu não tirou o sorriso do rosto. Quando Drake destruiu o seu tridente, ele só fez rir mais da cara do garoto.

- Drake, tolo. - falou Bartolomeu - Acha mesmo que meu poder vem do tridente? Você tem muito o que aprender!

Depois de falar, Bartolomeu ergueu o braço direito e o tridente saiu da água, inteiro, sem nenhum arranhão.

- Agora vamos começar a batalha de verdade! - falou o garoto de Poseidon

Bartolomeu olhava para Sunny e Corby, ambos tinha disparado seus ataques. Sem hesitar, o filho de Poseidon girou seu tridente e movimento em uma velocidade extremamente incrível , se esquivando e defendendo as balas de Corby.

- Fala sério, filho de Hermes. Suas balas parecem jujubas. - falou o garoto

Logo em seguida olhou para Sunny. A garota havia disparado suas flechas. Elas estavam indo em alta velocidade na direção de Bartolomeu, que girou seu tridente bloqueando as flechas facilmente, quando o garoto percebeu que Sunny estava indo em sua direção, a garota rapidamente pegou uma flecha e a cravou no braço de Bartolomeu e fez um rápido movimento pegando seu arco e o apontando, já armado, para o peitoral de Bartolomeu. Bartolomeu não fez nada, apenas respondeu ao filho de Atena, Horace, que havia dito:

- Você esta em desvantagem. Agora conte por que nos atacou !

- Filho de Atena, escute aqui, eu não devo satisfação a nenhum de vocês. - falou Bartolomeu - Acham que estão controlando essa batalha? Não é bem assim! - concluiu

Bartolomeu não ligava para a flecha cravada em seu braço e nem para Sunny. O garoto não fez nenhum movimento, a água começou a balançar furiosamente, quando Sunny percebeu, uma rajada de água havia acertado seu rosto, a mandando para longe, ainda com seu arco em mãos.

Os semideuses não tiveram tempo de reagir, Bartolomeu, pegando impulso para fora da água, rapidamente ficou cara a cara com Corby, a flecha de Sunny já não estava mais no braço do garoto e não havia nenhum ferimento, a água tinha curado Bartolomeu. O garoto fez um movimento com seu tridente, tirando as armas de Corby da mão dele e colocando o tridente a centimetros do pescoço do garoto de Hermes.

- Olá, Corby Flicker. - disse Bartolomeu
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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    

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A vingança dos castigados
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