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 A vingança dos castigados

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Corby Flicker

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Dom Jan 09, 2011 7:34 pm

Corby não acredita quando seus disparos são simplesmente BLOQUEADOS, por esse filho de Poseidon portugues !
o cara é rapido, e Corby ja estava percebendo que esse cara ia dar trabalho.
Quando Corby balanças seus revolveres para o lado, fazendo o tambor soltar e as capsulas usadas cairem, recebe um golpe nas mãos do frio tridente do tal Bartolomeu derrubando seus revolveres no chão. Sente um calor subindo até seu rosto, a raiva, e soltou uma longa risada insana devido ao nervoso, assistindo o tridente sendo posto em seu pescoço.

- Olá, Corby Flicker. - disse Bartolomeu

- Xau cara ! - [ Há ! Esse cara pode até ser rapido, mas não mais do que o filho do Deus dos Viajantes. E falando em viajar ! ]
- Acho que tá na hora de parar de se molher um pouco, pescador de bacalhau. - Corby faz um movimento previsivel, e um totalmente louco.
Primeiro ele agarra o tridente do filho de Poseidon mas em vez de puxa-lo mira um chute no peito do garoto, o fazendo cair esquecendo o Tridente nas mãos de Corby.
Mas dando uma de Kamikaze, Corby solta o tridente e se joga junto ao garoto, o agarrando em plena queda e os transportando para longe da lagoa.
Corby não teve problemas, não era tão cansativo levar uma pessoa com ele ainda mais em uma situação como essa aonde uma água-viva faz Corby Flicker de palhaço, HÁ ! NUNCA !.

Corby e Bartolomeu apareceram no mesmo instante de microsegundo em que sairam de perto do lago, rolando na terra proximo aos arbustos.
Corby era mais alto e rapido, e conseguiu ficar por cima do garoto facilmente.

- É o seguinte Bob Esponja ! Acho que ja ta na hora do circo pegar fogo. Pra você ! - Diz Corby dando uma cambalhota para trás para se afastar do água-viva.
- Vai Sunny ! Agora ! - Berra Corby, esperando a garota acabar logo com ele.


Última edição por Corby Flicker em Seg Jan 10, 2011 6:44 am, editado 1 vez(es)
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Sunny

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Seg Jan 10, 2011 6:39 am

Sunny já estava ficando farta daquele filho de Poseidon arrogante. Tudo só fez piorar quando ele não só não deu atenção ao seu ataque como a mandou para longe com uma rajada poderosa de água. Inicialmente, Bartolomeu lhe parecera alguém perigoso; Depois, ameaçador; agora, ele era só irritante. Estava furiosa que ele simplesmente não se afetasse com a flecha que ela fincara em seu braço, que se comportasse como se aquele fosse só um fiapinho de madeira e não uma flecha de bronze celestial longa e extremamente pontiaguda. Não estava acostumada a lidar com inimigos que não cediam, que não saiam de seu caminho mesmo depois de ataques e ameaças; teimosa como era, não sabia não ganhar batalhas, perder ou fracassar durante elas sempre foram coisas terríveis de lidar para a menina. Além disso, estava também de saco cheio daquela batalha desnecessária. Sentou-se, encharcada dos pés a cabeça e tossindo água. Não admitiria nem mesmo para sua sombra, mas a verdade era que estava começando a ficar com medo. O que aconteceria se os quatro não fossem capazes de derrotá-lo – o que aconteceria se aquele semideus intrometido os vencesse? Sunny respirou fundo e sussurrou de olhos fechados:
Deuses do olimpo, ajudem-nos. Ainda temos que deter os Três Fugitivos, não podemos fracassar logo por causa de um semideus. E eu sou a líder; que droga de líder deixa seus companheiros morrerem logo no primeiro obstáculo da missão? Ajudem-nos, por favor...
Se os deuses escutariam seu pedido era outra história, mas ao menos ela sentiu-se mais calma. A menina apanhou o arco do chão e levantou-se, afastando os cabelos molhados do rosto e com a mente um pouco mais clara. Observou Bartolomeu enfrentar Corby. É realmente curioso, pensou ela, que ele não tenha se preocupado muito comigo. Quer dizer, ele sabe quem são Corby, Horace e Drake e sabe de quem eles são filhos, mas e quanto a mim? Nem uma palavra, nem uma insinuação. Sequer sabe meu nome. Uma idéia que poderia ser tola passou por sua mente – seria ele o “terror que tomaria o menino”? Mas que terror ele representava? A verdade é que ela não sabia se isso fazia ou não sentido, mas de qualquer modo achou que era importante que arranjassem uma maneira de levá-lo para longe d’água e feri-lo seriamente, para que pudessem fugir, depressa. Antes que pudesse fazer alguma coisa, porém, Corby já tinha dominado a situação dando um chute poderoso no filho de Poseidon e o teletransportando para longe da água.
É o seguinte Bob Esponja ! Acho que ja ta na hora do circo pegar fogo. Pra você !
Parece que você não é tão corajoso longe daquela porcaria de laguinho, Bartolomeu... — ela zombou, enquanto munia o arco rapidamente.
Vai Sunny, agora! — gritou Corby, e sem precisar de outro incentivo, ela tomou a frente e disparou três flechas impregnadas de luz solar direto na direção do garoto; que, ela esperava, se não o fizessem cair desacordado e gravemente ferido ao menos provocaria um clarão que o ofuscaria por tempo o suficiente para voltarem a se embrenhar pela mata e sumirem para continuar a busca por quem realmente deveriam enfrentar, pois a seu ver aquela batalha só estava tomando o precioso tempo que deveriam passar em busca de Tântalo, Íxion e Sísifo. Não quis ficar para ver o que aconteceria; tinham que sair dali, e rápido. Logo depois de atirar, jogou rapidamente o arco às costas, virou-se para os três companheiros e chamou:
Vamos!
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Horace Fowl

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Sex Jan 21, 2011 12:01 pm

*A coisa não estava facil.. imaginei que o poder do garoto de Poseidon vinha de seu tridente, mas não. Então Sunny disparou algumas flechas para atordoar Bartolomeu.O Garoto de Poseidon consegua desvia de todos os nossos ataques, e nossos truques nã davam certo. Não iriamos conseguir. Me virei para Drake e falei:

- Você tem mais alguma coisa para distrai-lo? Sei lá um Pó Escurecedor Instantâneo do Peru ?

* Se Drake conseguiu alguma outra distração eu não sei, porque quando terminei falar, sai correndo junto com os outros.


Última edição por Horace Fowl em Qui Fev 03, 2011 2:03 pm, editado 1 vez(es)
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DrakeTemple

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MensagemAssunto: Re: A vingança dos castigados    Sab Jan 29, 2011 7:40 pm

O tempo parecia estar parado. Sem som, sem sinal de alguma vida, apenas o céu azul sem nuvens. Drake estava sob essa sensação entorpecente e não percebeu Horace se aproximar e colocar um pedaço de ambrosia em sua boca.
- Você tem mais alguma coisa para distrai-lo? Sei lá um Pó Escurecedor Instantâneo do Peru ? - Indagou Horace tirando Drake de seu estado vegetativo.
Disperso com a pergunta, Drake olhou ao redor e viu que Bartolomeu havia recuperado seu tridente e se defendido com êxito de Corby e Sunny. Como é possível?!, queixou-se mentalmente e praguejou por sua estratégica não ter funcionado e quase lhe custado sua vida.
Sentiu uma leve ardência em sua barriga enquanto a ambrosia fazia efeito. Seu machucado antes estancado fora curado e sua força voltara ao seu corpo. Ele se sentia revigorado, como se nada daquilo tivesse acontecido. Exceto por uma coisa: ainda queria ver a cabeça de Bartolomeu em suas mãos.
- Receio não ter tempo para pensar em algo do tipo - Disse mais asperamente do que pretendia e apontou para Corby e Sunny. - Vamos! Eles precisam de ajuda!
Ergueu-se majestosamente com seu escudo redondo de bronze com 1m de diâmetro reforçado com placas de aço atrás e com uma bainha revestida de couro onde duas tiras saíam dela para que seu braço passasse e segurasse o escudo dourado polido de modo que a última imagem de seu inimigo seja sua própria expressão de pavor refletida nele com a frase "Erga-se até que as estrelas caiam, que o sol não nasça e que não tenhas mais força para manter o escudo entre ti e seu inimigo." escrita em runas anglo-saxônicas nas beiradas tinindo em seu braço esquerdo. Desembainhou seu sax dinamarquês do escudo, uma espada cuja lâmina é curta, larga e afiada em um gume e no outro expessa, para ser utilizada em paredes-de-escudos onde o espaço é menor, e viu que Bartolomeu havia encurralado Corby com seu tridente. Disparou na direção do filho de Poseidon descrevendo círculos no ar com seu sax. Quando estava na metade do caminho percebeu que de alguma forma Corby havia conseguido se livrar de Bartolomeu e instantâneamente transportá-lo para longe do lago. Logo em seguida o garoto se afastou de Bartolomeu que estava desarmado e gritou algo para Sunny que disparou três flechas sem hesitar. Muito bem Corby, pensou.
Então antes que pudesse terminar de pensar percebeu que as flechas emanavam uma luz incomum. Lembrou-se repentinamente de Sunny utilizando uma flecha parecida com aquelas quando duelou com outro semi-deus na arena e que o garoto ganhara queimaduras múltiplas. Conseguiu erguer seu escudo à frente de seu corpo cobrindo seu rosto e viu os três clarões pelas bordas. Quando o abaixou, estava a apenas alguns passos de distância de Bartolomeu e escutou Sunny gritar "Vamos!". Acenou com a cabeça para si mesmo e correu até Sunny, não evitando acertar o nariz do filho de Poseidon com uma forte pancada de seu escudo.
- Ainda volto para acabar contigo! - Vociferou.
Untou seu sax com óleo para que o fio não ficasse cego e o embainhou no escudo. Jogou-o para trás mantendo-o pendurado nas costas de forma que, se necessário, pudesse sacar sua espada por cima do ombro direito rapidamente.
- É bom estar de volta - Comentou ao aproximar-se de Sunny procurando aliviar um pouco a tensão, embora sabendo que seria em vão. - Conseguiu sobreviver alguns segundos sem mim?
Estava decidido que por enquanto não contaria à ela o que o havia motivado a realizar aquele ato de suicídio. A última coisa que desejava no momento era uma líder convencida.
Quem sabe outro dia, matutou.
Quem sabe outro dia...
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